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Como sempre aqui no Humanoides, esta vitrine para o cinema independente brasileiro, procuro discorrer sobre alguns exemplares desta modesta porém transbordante vertente do cinema nacional: os curta-metragens. Cineastas como o pernambucano Lula Magalhães, o goiano Absair Weston e sua filha

Crítica: The Devil’s Candy (2015) Exibido no TIFF, o Festival de Toronto no final de 2015, ao lado de pérolas do gênero como o pesado Baskin (veja a crítica aqui no Humanoides) e da antologia Southbound da Magnet Releasing, este

Em minha crítica do filme Spectral, publicada em outro site, mencionei a disparidade de qualidade entre as séries e os filmes produzidos originalmente pela hoje gigante do entretenimento, Netflix. Se na produção das séries, a produtora arrebenta com produtos cada

Exibido com destaque no Tribeca Film Festival 2016, o thriller independente Always Shine (EUA, 2016) carrega uma profunda carga dramática e pungente tensão psicológica, durante seus breves 80 minutos de duração. Infelizmente, a produção demora a ganhar ritmo, e após

Crítica: The Frontier Difícil encontrar alguma razão para se aventurar por este entediante The Frontier (EUA, 2016), que não seja pela beleza de sua protagonista, a lindíssima Jocelin Donahue (de A Casa do Diabo e Sobrenatural: Capítulo 2), uma das

Crítica: Fear, Inc. As referências cinematográficas (e também na TV) se tornaram quase que uma fixação por parte dos cinéfilos e espectadores nos últimos anos. Algumas produções, praticamente existem e fazem enorme sucesso, por serem elas próprias uma referência. Exemplo

A Sci-Fi moderninha Morgan (EUA, 2016), era o tipo de filme que tinha tudo para dar certo. Um elenco classe A, um conceito narrativo interessante e atual, e tudo bancado por um grande estúdio, fatores que poderiam render um thriller

Crítica: The Eyes of My Mother 2016 foi um ano prolífico para produções de cunho bizarro que conseguiram a façanha de chegar ao grande público. Produções como Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man), de Dan Kwan e Daniel Scheinert,

Crítica: Somos O Que Somos (We Are What We Are) O termo “gema” no âmbito cinematográfico, é usado para descrever aquele filme que ninguém (ou quase ninguém) conhece, e que por merecimento, deveria ser descoberto. É exatamente o que acontece

Quem acompanha meus textos sabe da minha queda por filmes de baixo orçamento, geralmente feitos na mais pura raça e pouquíssimo investimento. Este inventivo Man Vs. (EUA, 2015), é mais um destes exemplares, onde a criatividade precisa romper as barreiras