Preacher (2016): Uma série com essência e com futuro
08/06/2016
RafaTanaka (732 artigos)
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Preacher (2016): Uma série com essência e com futuro

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Nenhuma adaptação será fielmente igual ao seu quadrinho, livro. É por isso quando assisti o primeiro episódio de Preacher deixei algumas coisas que conhecia do quadrinho e fui sem grandes pretensões, deve ser por isso que a série agradou demais, ela possui essência e isto para mim é o suficiente. Esta são poucas palavras da séries, assim que a primeira temporada vamos ter uma análise mais detalhada.

Preacher é baseado no quadrinho escrito por Garth Ennis e desenhada por Steve Dillon, uma marca registrada do selo Vertigo, onde seu conteúdo era adulto e com questões mais filosóficas e críticas da sociedade e do próprio mundo embaçados a religião que se tornou grande sucesso nos 90.

Jesse Custer é um pastor de uma cidade do interior do Texas, ele é desacreditado por seu papel em pregar o evangelho para seus fiéis e muito menos nas ações que desempenha com a sociedade, enquanto todos estão perdidos parece que ele é um guia ainda mais fora do seu caminho, suas questões levantam dúvidas que o levam a querer abandonar o seu posto de pregador quando uma entidade chamada de Gênesis toma conta de seu corpo, ele passa a ter o dom da palavra: tudo que falar as pessoas irão executar, perigoso e tentador.

Sua vida se transforma quando sua antiga namorada volta a cidade, Tulipa e o surgimento de um cara meio louco e desmiolado que parece que ainda vive no punk dos anos 80, estamos falando de Cassidy, um vampiro que passa sua vida de lugar em lugar fugindo de cultos e organizações que desejam sua morte, meio trash não é, onde tudo isso vai parar?

Diferente de seus quadrinhos, os personagens são inseridos de maneira magnífica, temos um pequeno background de cada um, seu foco e o que move a sua vida, claro que muitas coisas precisam e deve ser explicados no decorrer dos próximos episódios, só temos dois e bem eles foram muito para criar um cenário do que podemos esperar do futuro.

Seth Rogen dirige os episódios que com certeza deve ter assistido muito os filmes de Quentin Tarantino, sem falar os belos diálogos e as tensas cenas de gore, tanto como apresentação de Tulipa quanto a segundo massacre dentro da igreja de Jesse, ainda há dúvidas se a série manterá tamanha qualidade destes episódios, mas ela parece caminhar para algo diferente e fazia ausência no mundo televiso, sim, ela tem futuro.

Acredito que nesta primeira temporada será mostrada apenas os cidadãos da cidade e especialmente criar um laço com o telespectador, mas isto eles já fizeram vão apenas manter o brilhantismo, Seth Rogen não quis algo tão fiel mas com certeza trouxe sua a essência dos quadrinhos, sem falar que o próprio Garth Ennis além de produtor da série também é diretor criativo e quando tem mão do dono o caminho está traçado.

 

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RafaTanaka

RafaTanaka

Diretor de Atendimento/ Planejamento e Redator. Formado em Publicidade e Propaganda. Amante do Cinema, Quadrinhos e Games.

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