A Morte de Wolverine: Adeus casca grossa
04/09/2015
David MacLeod (41 artigos)
0 comentários
Compartilhar

A Morte de Wolverine: Adeus casca grossa

FacebookTwitterGoogle GmailShare

Olá!

Chegou às bancas na semana passada “Wolverine # 9”, edição que traz o começo do arco “A Morte de Wolverine”, que saiu lá nos Staites no final do ano passado. Pois é, depois de ser chamariz de muitas revistas da Marvel, alavancar a carreira do Hugh Jackman e estampar a camiseta de muitos adolescentes dito rebeldes chegou a hora do carcaju encarar a morte, ou algo assim, já que poucas mortes nos quadrinhos são definitivas e daqui a pouco ele volta à vida.

Como não sou um leitor de carteirinha da Marvel (prefiro Turma da Mônica), estou caindo de paraquedas na história, que começa com ele todo arregaçado, sujo de sangue, cara de quem foi comemorar com os amigos e acordou de ressaca no dia seguinte sem saber o que aconteceu. Este não é o caso, já que logo Wolverine se levanta e podemos ver uma porção de corpos espalhados pelo terreno. Corta para um flashback onde Logan tem uma conversa com Reed Richards, onde este lhe conta as más notícias: sabe aquele fator de cura maneiro que sempre dá um jeito nas feridas do Wolverine? Já era. E sem o fator de cura, nada de ejetar as garras e sair fatiando gente por aí.

 

Reed também fala que poderia criar algum soro para servir de quebra galho e que seria melhor ele dar um tempo, tirar umas férias, deixar os dias de matança de lado e viver mais algumas edições, mas é claro que, ao invés de ficar em algum esconderijo, curtindo umas cervejas e alguns seriadso no Netflix, Wolverine decide armar uma armadilha para os caçadores de recompensa que estavam vindo atrás dele e descobre que colocaram sua cabeça a prêmio, então bora ir atrás de quem está por trás disso,  logo chegando à ilha de Madripoor e indo bater um papo com a Víbora, e de quebra indo bater um papo com os punhos com seu velho arqui-inimigo Dentes-de-Sabre, que é o “bichinho de estimação” da Víbora.

 

Quando as coisas estavam ficando pretas pro Wolverine, eis que surge Lady Letal, que encerra a briga e tenta se aliar a ele, afinal, o nome dela também está na lista dos caçados. Porém, ao perceber que ele não está cicatrizando, ela teoriza que talvez seja melhor dar cabo dele e usá-lo para sair desta lista, e quando ia bater um papo com os punhos eis que surge Kitty Pride, que encerra a briga e essa segunda edição. De resto, tem uma história dispensável de um personagem mutante qualquer que nem tive vontade de ler (sou hater e assumo) .

FacebookTwitterGoogle GmailShare

comentários

David MacLeod

David MacLeod

Apenas mais um tijolo na parede. Hater da Marvel e Amante da DC, mas as vezes se atreve ler algo da Casa das Ideais, pois o Stan Lee é o rei.

Comentários

Sem Comentários Ainda Você pode ser o primeiro a comentar neste post!

Escrever comentário

Seus dados estarão seguros! Seu endereço de email não será publicado. Seus outros dados também não serão compartilhados com terceiros. Os campos obrigatórios estão marcados como *