Eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser – O Terno
30/05/2013
Felipe (23 artigos)
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Eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser – O Terno

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Conheça O Terno, trio roqueiro paulista da mais nova geração do rock brasileiro, trazendo letras divertidas, inteligentes, bem humoradas e uma grande originalidade nas músicas.

Com seus jovens integrantes, Tim Bernardes (voz, guitarra e órgão), Guilherme “peixe”(baixo) e Victor Chaves (bateria) a banda traz letras diretas e divertidas sobre várias situações de um garoto paulistano, não deixando de lado é claro a nostalgia, com influências completamente misturadas em suas músicas mais sempre às “organizando” perfeitamente nos instrumentos bem executado e uma voz marcante e própria, uma marca somente do Terno atualmente.

O primeiro disco da banda intitulado “66” que da nome a música de abertura, que afinal de contas não podia ser outra, de jeito frenético e original mostra o questionamento perfeito de uma nova banda nos dias de hoje ““Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar se até cantar sobre ‘Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar?’ já foi cantado por alguém”  é uma grande dúvida, mas concluem que “ já fizeram coisa boa no passado, que eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser”, e se já não bastasse colocam um pouco de como a música é introduzida apresentada na vida do jovem de hoje  “então eu corro pra internet, sou garoto antenado, e baixo o novo embalo quente que é de sessenta e seis”.

O Disco segue, sem perder nenhum pouco o ritmo com quatro músicas compostas por Tim, que exibe seu notável toque para composições, com parcerias com peixe  e seu próprio pai, Mauricio Pereira.  “Morto”, “Eu Não Preciso de Ninguém”, “Enterrei Vivo” dão a boa continuidade que o álbum precisa, apresentando muito bem o trio paulista,  “Zé, Assassino Compulsivo” se destaca junto com “66”, elas mostram-se totalmente originais, divertidas e estranhas ao mesmo tempo, não estranhe se depois que escutar a faixa “Zé Assassino Compulsivo” você começar a cantar “Lalaralala, chop chop chop ai, como eu gosto de matar, nada me deixa mais contente e feliz a saltitar”.

Enfim, O Terno, merecido ganhador do VMB de aposta é uma banda de três garotos paulistas que escutaram a vida inteira em seu Ipod, uma misturada lista de reprodução vinha desde do mais clássico Ray Charles passando por Beatles, White Stripes e Black Keys até chegar ao embalo quente que é de 66.

 

 

 

 

 

 

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Felipe

Felipe

Desde que me entendo por gente, o cinema e a música sempre foram muito na minha vida, apreciando a todas as melhores bandas do mundo e sempre um bom filme a qualquer hora não faz mal a ninguém.

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