X-Men: A evolução dos mutantes nos cinemas
27/05/2014
David MacLeod (41 artigos)
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X-Men: A evolução dos mutantes nos cinemas

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Olá, pessoas!

Como na semana  passada foi a  estreia de “X Men – Dias de um futuro esquecido” vou gastar algumas linhas falando dos filmes anteriores…

 

Dirigido por Bryan Singer, “X Men- o filme” estreou em agosto de 2000, tendo uma trama coesa e bem equilibrada e sem apelar para a “infantilização” que permeou o último blockbuster baseado em quadrinhos, “Batman e Robin” (“Blade- o caçador de vampiros” deu o pontapé inicial para a retomada de filmes baseados em quadrinhos, mas não foi um blockbuster…). Pontos altos: a sequência de abertura, mostrando o despertar dos poderes do jovem Magneto num campo de concentração; o modo como cada personagem é apresentado, ganhando personalidade própria e, é claro, Wolverine, o mais carismático de todos. Ponto baixo: aquela peruca bizarra da Halle Berry.

 

Novamente dirigido por Singer, “X Men 2” elevou o nível, apresentando uma trama ágil e inteligente, desde a sequência de abertura, que mostra o mutante Noturno invadindo a Casa Branca, passando pelos dramas de seus personagens e o clima de desconfiança ao se alarme a Magneto e Mística para combaterem um inimigo em comum. Novamente em destaque, Wolverine tem parte de seu passado explicado. Pontos altos: vários, mas o meu favorito é o modo como Magneto escapa de sua prisão; Ponto baixo: ainda não acharam uma peruca legal pra Halle Berry…

 

Depois que Bryan Singer bandeou-se para a Warner para dirigir “Superman – o retorno” coube a Brett Ratner, de “A hora do rush” e “Dragão Vermelho” a cadeira de diretor e a chance de encerrar a trilogia. Valendo-se de duas tramas paralelas que se encontram no final, no caso a volta de Jean Grey como Fênix e o soro supressor de mutantes, o filme apresenta alguns momentos dramáticos e encerra de forma competente a saga. Pontos altos: a morte de Xavier e a batalha final; Pontos baixos: afinal, o que a Fênix queria? Ficar passeando com o Magneto? E alguns efeitos visuais ficaram toscos.

 

Voltando no tempo para mostrar o começo da amizade entre Charles Xavier e Erik Lehnsherr (o futuro Magneto), “X Men – Primeira Classe” surpreende por acrescentar mais camadas aos dois, usando como pano de fundo a crise dos mísseis cubanos. E ainda temos a bela Jennifer Lawrence como a jovem Mística e Kevin Bacon como o vilão Sebastian Shaw. Ponto alto: os diálogos entre Xavier e Lehnsherr; ponto baixo: Hum… não me lembro de nenhum.

Eu ia escrever sobre os dois filmes solo do Wolverine, mas eles são ruins e pouco acrescentam. Já a HQ que dá nome ao novo filme, “Dias de um futuro esquecido”, é bacana, mas não me marcou tanto quanto, por exemplo, “Atrações Fatais”, o arco onde Wolverine tem o adamantium de seus ossos extraído pelo Magneto.

Bem, é isso. Agora deixa eu ir assistir ao filme no cinema…

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Marcadores Fox Films, Mutantes, X-Men
David MacLeod

David MacLeod

Apenas mais um tijolo na parede. Hater da Marvel e Amante da DC, mas as vezes se atreve ler algo da Casa das Ideais, pois o Stan Lee é o rei.

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