Crítica: Analisando o último álbum de The Mars Volta – “Noctourniquet” (2012)
08/04/2015
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Crítica: Analisando o último álbum de The Mars Volta – “Noctourniquet” (2012)

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Sim, a banda The Mars Volta acabou. Mas ainda a muito que ouvir e re-ouvir, inclusive quando se trata do último cd desta excelente banda de avant-garde rock. Para quem não sabe, avant-garde rock ou avant-prog rock é um sub gênero do rock que surgiu nos anos 60, tendo Frank Zappa como precursor. Se trata de rock experimental, progressivo e psicodélico com colagens e influências eletrônicas diversas.

O gênero se mantém no undreground, mas algumas bandas da atualidade, como The Mars Volta se destacaram. Na ativa desde 2001, a banda americana se despede dos fãns com esse ótimo álbum de 13 faixas que levam os fãs de rock progressivo para outras dimensões.

É bastante difícil comparar os álbuns do The Mars Volta ou escolher o melhor. Acredito que cada um tem uma pegada e cada um se supera de uma forma diferente. Neste, fica bem evidenciado o uso de elementos eletrônicos e efeitos de voz, muito mais do que nos outros. A melodia linear também se encontra mais presente do que em trabalhos anteriores tidos como mais melódicamente caóticos, como o Amputechture (2006). Destaque para a faixa 1, “The Whip Hand”.

A qualidade da banda ao vivo continua muito boa, porém o genial vocalista Cedric Bixler-Zavala, autor de todas as letras deste cd passou a deixar a desejar na performance live. Ele sempre foi mega LOCO, mas acho que está pior rs Portanto, pulem os videos da banda ao vivo e ouçam direto o cd.

 

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Mah

Mah

Professora de inglês, redatora nas horas vagas, cinéfila, bookworm, jukebox ambulante, gamer, chef de cozinha amadora, geek e caçadora de arte underground/independente. DON'T PANIC!