Crítica: MIKA – The Origin Of Love (2012)
13/02/2015
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Crítica: MIKA – The Origin Of Love (2012)

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MIKA é um cantor, compositor e multi instrumentista inglês, conhecido mundialmente por sucessos como “Love Today” e “Grace Kelly“. Nestes e em outros singles, MIKA mostra seu talento vocal excepcional se assemelhando ao timbre de Freddy Mercury e Nate Ruess.

Ao vivo, MIKA tem impressionado com sua presença de palco enérgica e emocionado seus fãs ao compor lindas melodias, algumas seguidas de sua interpretação ao vivo, no piano.

Ai chegou o ano de 2012 e o MIKA que conhecíamos e gostávamos até então se rendeu ao lado comercial do pop, auto tune, as composições clichês e a falta de ousadia do pop sem graça.

Acredito que a fama de Michael Bublé deve ter afetado a auto estima do cantor, que achou que deveria mudar seu estilo de música, ousado e diferenciado que tinha até então. O resultado é um álbum sem graça, de músicas cheias de efeitos eletrônicos, auto tune, e letras repetitivas, sem a criatividade de antes.

O lado mais ‘conscientizador’ das letras de MIKA, que questionavam coisas como padrões de beleza, preconceito, e etc, também se perdeu, como tínhamos nas músicas “Big Girl (You are Beautiful)”, “We Are Golden” e “Billy Brown”, dando lugar a canções de amor recicladas. O máximo que MIKA conseguiu manter desse lado, ficou na música “Popular Song”, muito fraca em termos de musicalidade, mas talvez a única que se salve do CD. Decepção MIKA!

 

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Mah

Mah

Professora de inglês, redatora nas horas vagas, cinéfila, bookworm, jukebox ambulante, gamer, chef de cozinha amadora, geek e caçadora de arte underground/independente. DON'T PANIC!