Capitão América – O Soldado  Invernal: Os fantasmas do passado sempre retornam
01/04/2014
David MacLeod (41 artigos)
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Capitão América – O Soldado Invernal: Os fantasmas do passado sempre retornam

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Olá, amigos, tudo bem?

Como bom leitor de quadrinhos tenho minhas preferências pessoais, meus personagens favoritos. O Capitão América nunca foi um deles. Com seu visual “bandeiroso” e tendo como arma um escudo (um escudo!!!), nunca consegui ver nele um personagem digno de nota. Mesmo assim, aproveitei o lançamento do encadernado “O Soldado Invernal” pela Editora Salvat para me atualizar e entender a trama que será usada como base para o seu segundo filme, que estréia em 10 de abril. Valeu a pena? Vejamos…

 

Como é parte de uma trama maior, logo no começo temos uma sinopse do que aconteceu antes: o Caveira Vermelha é morto por um assassino cibernético e tem seu Cubo Cósmico roubado. Blá blá blá, mi mi mi, tudo indica que esse assassino misterioso é o Bucky, antigo parceiro do Capitão América (ele caiu do trem no primeiro filme, lembram?)

A história propriamente dita começa com um flashback de um submarino experimental soviético em abril de 1945. Navegando incognitamente no Canal da Mancha, o capitão fica sabendo que explodiram o Capitão America não muito longe de onde estão. Corta para a base da Shield, onde Nick Fury tenta mostrar para um cético Steve Rogers que as várias fotos de uma mesma pessoa em vários anos diferentes e em locais onde houveram mortes que influenciaram a Guerra Fria são de seu “falecido” parceiro mirim. Corta para o flashback, onde mostra que os russos encontraram o corpo do parceiro do Capitão América. Mais um pouco de mimimi envolvendo o novo possuidor do Cubos Cósmico e logo temos mais flashbacks do que aconteceu com o Bucky e como ele foi transformado num operativo russo, eliminando alvos para o governo. Avaliações mentais acabam indicando que seu estado mental estava ficando instável, provavelmente porque sua mente estava tentando preencher as lacunas em sua memória, então é  sugerido que ele fique em estase entre as missões e que seja submetido à  implantações a cada despertar. Isso funciona por uns 15 anos, mas é claro que durante uma missão nos Estados Unidos ele se rebela e foge, sinal de que algumas lembranças tentavam em vir à tona. Capturado e examinado, nada explica sua repentina fuga. Anos depois, com a morte do general que o comandava, ele é posto em estase.

Mais blá blá blá depois, Steve Rogers fica sabendo toda a verdade e, como não podia deixar de ser, se recusa a matar o outro parceiro…até que finalmente temos o encontro entre os dois, porradaria come solta e no final…bem, eu não vou comentar essa parte, mas posso dizer que achei um final bobo e até meio óbvio. Mas essa é a minha opinião, claro….

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David MacLeod

David MacLeod

Apenas mais um tijolo na parede. Hater da Marvel e Amante da DC, mas as vezes se atreve ler algo da Casa das Ideais, pois o Stan Lee é o rei.