Posts de Eduardo Kacic

Crítica – Rua Cloverfield, 10 (10 Cloverfield Lane, EUA, 2016) Um dos filmes mais aguardados dos últimos meses, Rua Cloverfield, 10 (10 Cloverfield Lane, EUA, 2016), foi concebido de maneira curiosa. O filme marca a estreia na direção em longas do

Crítica: NINHO DE MUSARANHOS (MUSARAÑAS) Ah, os thrillers… Normalmente a arte de se fazer um bom thriller cabe aos norte-americanos e seu cinemão. David Fincher e seu Seven: Os Sete Crimes Capitais, O Suspeito da Rua Arlington (Mark Pellington, 1999)

CRÍTICA: THE DEMOLISHER Confesso que fui completamente enganado por este The Demolisher (Canadá, 2015). Após uma visualizada em seu trailer cativante e pôster de extremo bom gosto, embarquei na produção com um atiçado senso de empolgação, principalmente pelo fato da

Crítica: KRAMPUS: O TERROR DO NATAL O Horror light Krampus: O Terror do Natal (Krampus, EUA, 2015), de início mais parece uma nova versão da ótima comédia Férias Frustradas de Natal, estrelada por Chevy Chase e lançada nos cinemas em

O conceito por trás da concepção e execução desta antologia de animação Extraordinary Tales, produção conjunta de diversos países, mais precisamente Luxemburgo, Espanha, Bélgica e EUA, e cuja versão final foi terminada em 2013, é nada menos do que brilhante.

Crítica Nina Forever Este pequeno e macabro exemplar do cinema britânico Nina Forever (Reino Unido, 2015) sofre de uma severa crise de identidade. Não se decide entre os gêneros, e sua indigesta mistura de comédia, romance e horror, acaba não

Crítica – The Mind’s Eye (EUA, 2015) Dois anos após sua estréia nas telonas com a sci-fi/terror Quase Humano (Almost Human, 2013), o jovem roteirista e diretor Joe Begos está de volta com este The Mind’s Eye (EUA, 2015), produção

Crítica – BASKIN (Turquia, 2015) A produção turca de horror Baskin (2015) transborda combustível para encher suas noites de pesadelos. Mas não que o faça por ser exatamente bom cinema. Apresentando um perturbador conceito em seu núcleo narrativo, e uma

CRÍTICA – BLOODSUCKING BASTARDS O mundo corporativo, aliado ao humor, sempre rendeu maravilhas no cinema e na TV. Filmes como o ótimo Como Enlouquecer seu Chefe (Office Space, 1999) e o engraçado Quero Matar meu Chefe (Horrible Bosses, 2011), além

CRÍTICA – GREEN ROOM
O diretor Jeremy Saulnier (do ótimo policial Blue Ruin, 2014) está de volta, desta vez com um sangrento thriller. Green Room (EUA, 2015),